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Muita seca e pouco fogo

Ver é uma celebração solitária. Fotografar é celebrar com o próximo!

Dia 21 a primavera chegou!

Deu o ar da graça para coroar um período de muita seca e de nenhum incêndio na região da Serra do Papagaio, diferente do ano anterior que tivemos muitas áreas queimadas, muita fauna e flora destruída. Infelizmente, nem tudo é alegria, em outras regiões do país o fogo pegou e pegou muito. Para confirmar, o jornal informa:

Em todo o país, o número de focos de calor este ano já é quase 80% maior do que no mesmo período de 2011 (setembro a setembro).

As equipes de fiscalização planejam o combate aos incêndios com base nas informações enviadas por oito satélites, que monitoram os focos de calor, representados por pontos vermelhos. Os dados são atualizados diariamente….segundo o instituto Chico Mendes, os parques e florestas nacionais mais atingidos pelo fogo estão na área que vai do Tocantins, passando pelo sudoeste do Pará e sul do Amazonas. Segundo especialistas, a principal causa das queimadas nessa faixa é a expansão agropecuária desordenada.

“Os incêndios se propagam dessa maneira: a prática de queima em propriedade rural que entra em uma unidade de conservação.

Neste ano, os incêndios já consumiram trezentos mil hectares em unidades de conservação federais.

Mas vale lembrar, aqui não!
É preciso reconhecer que não é uma questão de sorte apenas, acreditamos que os moradores, proprietários e todos aqueles que vivem desta e sobre esta região, estão mais conscientes. Reconhecem o enorme prejuízo que uma queimada, que um incêndio podem causar e isso, em conjunto com o trabalho que vem sendo realizado pelo IEF, Previncêndio, pela gerência do PESP, ongs que atuam na região e pela Fundação Matutu é o que vem garantindo uma época sem fogo.
Parabenizamos a todos os atores deste processo, mas, principalmente aos moradores desta região e aos brigadistas que se mantiveram e se mantém em estado de atenção. Vamos continuar assim, garantindo nosso futuro ambiente, a reposição das matas, fauna e flora que tanto sofreram até o ano passado.

Em tempo, o Projeto Bases Comunitárias de Proteção e Combate a Incêndios Florestais, realizado pela Fundação Matutu em conjunto com TFCA/FUNBIO e coordenado pela gerente do PESP, Clarice Lantelme, foi iniciado em fevereiro deste ano e já implantou as bases de Aiuruoca, Alagoa, Baependi e Pouso Alto. Essas bases são compostas por um coordenador e vários brigadistas, todos voluntários e que já estão equipados e trabalhando na prevenção e no combate a incêndios. A meta é termos mais um ano sem fogo em 2013, com isso ampliaremos nossa atenção para a visitação do Parque, para o turismo e para o desenvolvimento da nossa região.
Fica o convite para você conhecer a base de sua cidade, conhecer os brigadistas e o trabalho que eles fazem. Mesmo quando não temos fogo eles estão trabalhando, fazendo cursos , atuando como guias e protegendo nossas belezas naturais, a flora e fauna.

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