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Fundação Matutu recebe monitoramento de projeto do FUNBIO

No dia 29 de julho, a Fundação Matutu recebeu a visita de Daniela Leite, Gestora de Programas do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO. Está visita cumpre a etapa de monitoramento do Projeto “Bases Comunitárias Para Prevenção e Combate a Incêndios Florestais – Contribuindo com a conservação do Parque Estadual da Serra do Papagaio”. Vale lembrar que este projeto teve início em janeiro de 2012, sendo fruto de uma parceria com o Instituto Estadual de Florestas-IEF, o Previncêndio e de representantes associações comunitárias da região com financiamento do FUNBIO/TFCA. Daniela, acompanhada pela Coordenadora do Projeto e Gerente do PESP, Clarice Lantelme, permaneceu várias horas na reserva Matutu, conheceu a “Base do Matutu” e o escritório da Fundação, onde acompanhou a apresentação dos resultados obtidos no Projeto até o momento.

O monitoramento é uma espécie de reconhecimento detalhado das ações realizadas. Neste caso, Daniela foi apresentada ao Presidente da Fundação, Guilherme de Melo França e à sua Diretora Executiva Dorotéa Naddeo, com os quais obteve informações sobre a atuação da Fundação. Conversou com Aton Wilches, Coordenador da Brigada, da Base e Vice-presidente da Fundação Matutu, com Margaret Aguiar, Gestora de Compras do projeto e com Átila Naddeo que esclareceu sobre as ações de comunicação e divulgação. Sempre acompanhada pela Clarice, a vinda de Daniela foi além de um ato de monitoramento e se transformou em uma agradável visita de reconhecimento e consolidação da parceria, proporcionando uma conversa objetiva e clara sobre ações no âmbito do Projeto.

Entre outros assuntos, a Fundação Matutu, representada por seu presidente, expressou o desejo em doar os EPIs, as motocicletas e os computadores, adquiridos pelo Projeto, para as Bases. A resposta foi favorável, e agora, vamos buscar os amparos legais e os critérios para efetivarmos o repasse. Hoje todo este material já está sob a guarda das Bases, dos brigadistas que assinaram termos de compromisso e custódia. A Fundação ressalta que foi apenas uma conversa, mas, que irá, em breve iniciar pesquisas e entendimentos para definir, legalmente essa possibilidade.

A representante do FUNBIO e Clarice deixaram a reserva já era noite. No dia seguinte visitaram a Base dos Garcia, em Aiuruoca e o escritório administrativo do PESP, em Baependi. Daniela Leite ficou satisfeita com os resultados apresentados e, demonstrou que gostaria de ter conhecido as outras Bases e só não fez isso devido ao pouco tempo para cumprir sua tarefa que continuaria em outras localidades.

Ao final, a avaliação foi positiva e toda a equipe se sentiu revigorada para levar adiante o Projeto. De acordo com Lantelme, que esteve acompanhando toda a visita, Daniela, nos deu a nota de 9,9, tanto pela condução do projeto quanto pela prestação de contas/atividades. É como receber um “Excelente” pelo trabalho, pela parceria com o PESP, com o IEF e com cada um dos brigadistas, os parceiros mais incansáveis, que acreditam que podem fazer da nossa região um espaço, cada vez melhor, mais seguro e mais rico para se viver.

FUNBIO faz visita à Fundação Matutu. No escritório da Fundação, da esquerda para a direita: Clarice Lantelme, Gerente do PESP e Coordenadora do Projeto, Margaret Sabino, Ordenadora de Despesas, Guilherme de Melo França e Aton Wilches, Presidente e Vice-Presidente da Fundação Matutu, Daniela Leite, Gestora de Prgramas do FUNBIO e Maria Dorotéa de Aguiar, Diretora Executiva da Fundação Matutu

Entre as atividades do dia de visita, Daniela Leite, do FUNBIO, participou de uma breve apresentação das ações de comunicação do Projeto. Átila Naddeo, Assessor de Comunicação da Fundação Matutu e responsável pela assessoria de comunicação do Projeto apresentou o trabalho executado até o momento. Clarice Lantelme, Coordenadora do Projeto e Gerente do PESP, participou da apresentação. (foto de Aton Wilches)

Para ver todas as fotos relacionadas a esta notícia e ao projeto, clique nos links abaixo:

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PESP comemora 15 anos de existência

Em 5 de agosto de 1998, nascia o Parque Estadual da Serra do Papagaio, constituído pelo Decreto-lei nº 39.793.

Durante esses quinze anos muitas coisas aconteceram nessa área de aproximadamente 23 mil hectares e seu entorno que integra as cidades de Aiuruoca, Alagoa, Baependi, Pouso Alto e Itamonte em uma região de preservação, conservação e inigualável beleza cênica.

De acordo com Clarice Lantelme, a Gerente do PESP, a importância de comemorar esta data é poder fazer um balanço do que foi feito e do que falta fazer, das conquistas que tivemos e das propostas que foram construídas durante todo esse período e suas diversas gestões. O Parque hoje conta com muito mais apoio da população, as comunidades estão, cada dia mais,  percebendo e compreendendo a importância da preservação e conservação ambiental para sua vida e a vida de seus filhos.

Ainda enfrentamos muitos problemas, tais como a finalização de processos de regularização fundiária por parte do IEF. Mesmo que uma parte do Parque já esteja legalizada, ainda temos um longo caminho para percorrer, buscando documentação para a montagem de pastas de cada uma das propriedades afetadas. Acredita-se que, apenas em Baependi, mais de 30% já esteja legalizado. Lantelme esta trabalhando para obter informações claras sobre esse processo, mas o trabalho não é fácil, como ela mesma define: “Temos que fazer um esforço de ir a cada uma das propriedades, encontrar o proprietário,plotar a área com GPS, solicitar a documentaçãoe montar uma pasta com todos os dados que serão repassados à GEREF – Gerencia de Regularização Fundiária da DIAP – Diretoria de Áreas Protegidas/IEF. Somente a partir desse trabalho conseguiremos ter um mapeamento claro da situação”.

Clarice fez uma palestra e, com ajuda de uma apresentação em telão, contou a história do PESP, passou pela sua criação e pela ação de redesenho de limites do Parque, que, assim que for aprovado ( O  PL nº 3.687/13 já está tramitando na ALMG) consagrará uma nova relação com as comunidades. O  Projeto de redesenho, além de resolver os problemas de áreas afetadas nos cinco municípios (só Itamonte contava com mais de 150 propriedades, entre casas, benfeitorias, áreas de agricultura ou pastagem cultivada e empreendimentos, que ficarão fora do PESP, ou seja, áreas antropizadas), amplia a área do Parque em mais 3 mil hectares aproximadamente. É sempre bom lembrar que esse processo foi feito a partir de ampla consulta com os proprietários, o que possibilitou a ação conjunta do IEF/SEMAD com a população afetada na região. É a primeira vez, em Minas Gerais, e talvez no Brasil, que uma unidade de conservação é tratada dessa forma, basta lembrar o exemplo do Parque Nacional do Itatiaia, apesar dos seus 76 anos de existência, ainda não resolveu seus problemas de implantação.

Os presentes puderam entender um pouco mais sobre o trabalho de uma Gerente de UC, dos funcionários e dos processos legais que envolvem a gestão do PESP, na forma a gestão não se difere muito de outras UC’s, mas temos que lembrar que lidamos com uma área enorme, uma série de conflitos, tanto pela falta de legalização fundiária quanto pelo aspecto cultural e pelo direito de quem vive na região, e, principalmente, temos gerir tudo isso com um recurso que nem sempre é suficiente.

Clarice destacou a campanha “Parque não é pasto” e fez questão de apresentar seus bons resultados. Esta campanha é educativa e visa evitar que áreas do Parque sejam usadas para pastagem de gado e/ou outras “criações”. “É um sucesso, não tivemos gado no Parque e esse ano contabilizamos menos fogo ainda. A redução da incidência de fogo no Parque e seu entorno se deve há um conjunto de medidas que viemos implantando, o apoio da Fundação Matutu, parceira em importantes projetos como a implantação do CER-Serra do Papagaio e a criação das Bases Comunitárias de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, é um deles”.

Lantelme disse ainda da importância do Conselho Consultivo do Parque para sua gestão e apresentou o projeto de ações para organizar a visitação na UC. Esclareceu também que é preciso mudar o conceito de Parque aberto ou fechado, já que todos os Parques Estaduais, em tese, são abertos. A questão da visitação depende de uma série de ações para gerar a escalada evolutiva do Parque no rumo da visitação, neste sentido a UC tem que cumprir várias etapas para receber seus visitantes: os degraus, numerados de 0 a 4, são:  parcialmente ordenado, sem ordenamento, com ordenamento, com ordenamento e registro, com ordenamento registro e cobrança. Todas as trilhas, acessos e áreas já estão definidas no projeto, agora será preciso viabilizar sua implantação, já que o PESP se encontra no segundo degrau da escada, ou seja, sem ordenamento.

O escritório administrativo do PESP, em Baependi, recebeu muitos amigos para cantarem o “parabéns para você” para o Parque, entre eles, o Diretor Executivo do CER-Serra do Papagaio, Marcos Tridon de Carvalho e a Secretária de Meio Ambiente da cidade de Itamonte, Catarina Romanelli, destaca-se ainda  a presença de antigos moradores da região, proprietários de terras e brigadistas voluntários.

Confira, a seguir, algumas imagens do evento e para ver todas as fotos do álbum, acesse: 15 anos do PESP no Flickr.

Os funcionários, Michel Gleibson e Denida Santos, ficaram responsáveis pela decoração e organização da mesa de quitutes para acomemoração de 15 anos de existência do Parque Estadual da Serra do Papagaio, na sede do Parque em Baependi

Clarice Lantelme, a Gerente do PESP, apresentou a história do Parque, as dificuldades enfrentadas e as vitórias conquistadas, durante os 15 anos de existência do Parque Estadual da Serra do Papagaio.

A comemoração de 15 anos de existência do Parque Estadual da Serra do Papagaio foi marcada pela alegria e pela confiança de que o caminho para a preservação e conservação do meio ambiente na região está aberto.

Marcos Tridon de Carvalho, Diretor Executivo de CER-Serra do Papagaio, ladeado pelos conselheiros de Baependi, Marilze Faria da área e Anacir Cortinez, representantes da área rural.

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IEF faz vôo de reconhecimento

Helicóptero do IEFA equipe do IEF, fez hoje um vôo de reconhecimento e inspeção nos corredores ecológicos. A Reserva Mauttu, onde está localizada a sede da Fundação Matutu, foi local de pausa para o descanso e o almoço da equipe. Na foto, da esquerda para a direita: José Olímpio Marins, Coordenador Técnico de Meio Ambiente de Andrelândia-IEF,  Capitã Renata Joane, do CORPAer,  Neluce Maria Arebhant Soares e Manno França, Chefe de Gabinete e Assessor Especial da SEMAD respectivamente, Major Didier Ribeiro Sampaio, do  CORPAer, piloto da aeronave guara01,  Guilherme França e Aton Wilches, presidente e vice-presidente da Fundação Matutu, Aton é ainda o coordenador da Brigada da Fundação.

O álbum completo com as imagens do evento pode ser acessado aqui: http://www.flickr.com/photos/fundacao_matutu/sets/72157634073919974/

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CP-CER participa de Curso no Parque Estadual do Rio Doce

Panorâmica do Parque Estadual do RIo Doce – FOTO: Minas Sustentável

 O presidente do Conselho Participativo do CER-Serra do Papagaio, Alexandre Gaspar, Ricardo Toledo, Agente Administrativo do CER, Maria Dorotéa Naddeo, Diretora Executiva da Fundação Matutu e Madalena Matoso, assessora de Gaspar, participaram do Curso para a Elaboaração dos Planos Municipais  de Conservação da Mata Atlântica na Região Sudeste.

De acordo com o escopo do curso, “O Plano deve apontar ações prioritárias e áreas para a conservação e recuperação da vegetação nativa e da biodiversidade da Mata Atlântica, com base em um mapeamento dos remanescentes do município. O Plano deverá, igualmente, ser capaz de fornecer os subsídios ambientais a programas de ação, no âmbito dos Planos Municipais correlatos, tais como o Plano Diretor Municipal, o Plano Municipal de Saneamento Básico e o Plano de Bacia Hidrográfica.”

Durante  cinco dias, entre 10 e 15 deste mês, os representantes do CER-Serra do Papagaio, participaram de atividades dirigidas por Sandra Steinmetz,  Paulo Sztutman e Alexandre da Ambiental Consuulting, que possibilitarão a elaboração dos Planos Municipais de Mata Atlântica-PMMA, para os municípios do Consórcio. Os três consultores disponibilizaram, através de vários contéudos específicos, as etapas de elaboaração dos PMMA’s.

O curso teve quatro versões presenciais, sendo apenas essa em Minas Gerais e uma versão online para quem se interessou em fazer o curso e não pode participar presencialmente, Sandra informou que as inscrições para o curso online foram prorrogadas mas não esepcificou a data. Quem quiser fazer  pode tentar se inscrever através da página do Curso, mesmo tendo como data final para inscrições, o dia 7 de setembro.

O endereço para conhecer mais sobre o projeto e se inscrever é: http://www.pmma.etc.br/

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Fundação Matutu e IEF entregam motocicletas do Projeto “Bases”

O Projeto Bases Comunitárias de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais que tem a Fundação Matutu como proponente, cumpriu mais uma de suas metas: entregar 4 motocicletas para as Bases. A reunião para entrega das motos, no dia 13 de agosto, na última segunda-feira, aconteceu na Casa de Cultura de Aiuruoca. O espaço foi cedido pela prefeitura de Aiuruoca que se fez representar no evento pelo seu secretário de Desenvolvimento e Turismo, Javan Senador.
Estiveram presentes vários brigadistas, funcionários do PESP, representantes da Fundação Matutu e os coordenadores das bases, Denildo Pereira, da Base dos Garcias, Éden representando o coordenador Aton Wilches, da Base do Matutu, em Aiuruoca, José Alves, da Base de Piracicaba em Baependi e Rodolfo, da Base de Alagoa.
A coordenadora do projeto, Clarice Lantelme, financiado pelo TFCA/FUNBIO e proposto pela Fundação Matutu em parceria com o IEF, falou da importância daquele momento e do simbolismo da entrega do veículo que deverá servir para vigilância, possibilitando aos brigadistas maior facilidade e rapidez de locomoção, com isso teremos cada dia menos fogo e mais áreas cobertas na vigilância. As motos mais nosso aparato de comunicação, já instalado também através do projeto, amplia muito nosso raio de ação e também de responsabilidade, finalizou.
A diretora executiva da Fundação Matutu, Maria Dorotéa Naddeo, salientou a grande responsabilidade dos coordenadores pelo bom uso das motos e por sua guarda e conservação. Cada coordenador assinou um Termo de Responsabilidade junto à Fundação Matutu que está cedendo as motocicletas.
Guilherme de Melo França, presidente da Fundação Matutu, e a coordenadora do projeto, Clarice Lantelme, entregaram aos coordenadores as motos e seus respectivos documentos.

Encontro na Casa de Cultura de Aiuruoca. Brigadistas, coordenadores das brigadas, a Fundação Matutu e o PESP, estiveram presentes para cumprir mais uma etapa do projeto Bases Comunitárias de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais. A entrega de 4 motocicletas, uma para cada Base instalada pelo projeto.

Da esquerda para a direita (em pé): Juninho e Rodolfo da Base de Alagoa, Clarice Lantelme, Gerente do PESP, Guilherme de Melo França, Presidente da Fundação Matutu, José Alves, Coordenador da Base de Piracicaba, Maurício (Bizulica), de Baependi, Denilda Pereira, funcionária do PESP, Javan Senador, Secretário de Desenvolvimento e Turismo de Aiuruoca, Maria Dorotéa Naddeo, Diretora executiva da Fundação Matutu. Nas motos: Ricardo, da Base de Alagoa, Éden, da Base do Matutu, Bismark, da Base de Piracicaba e Denildo, da Base dos Garcias.

Para ver outras imagens do evento, clique aqui

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Gestão compartilhada, um caminho sem volta.

Os cinco prefeitos dos municipios de Aiuruoca, Alagoa, Baependi, Itamonte e Pouso Alto e o Governo do Estado assinaram a constituição do Consórcio de Ecodesenvolvimento Regional da Serra do Papagaio. No dia 11 de junho de 2012 comemoramos um ano dessa assinatura. Neste mês, no dia 12, na 2ª reunião do CP-CER, juntamente com o NACER, acompanhamos a Oficina Municipal que trouxe propostas para encaminhar as capacitações junto ao CER-Serra do Papagaio, a apresentação da estrutura para o sítio web do CER, a inclusão de mais um membro na equipe de suporte para implantação do CER-Serra do Papagaio, responsável pela assessoria de imprensa do Consórcio e ainda, a criação de um BLOG de NOTÍCIAS para o CER, que será mais um canal de informação e interação para e com os municípios consorciados.

Hoje, o CER tem sua maioridade confirmada na ação dos prefeitos consorciados, no interesse e objetividade e formação do NACER e principalmente,  em um Conselho que se apresenta e deseja trabalhar, mais que isso, se encontra, se dispõe e interessa em contribuir para que esta iniciativa continue indo além de uma simples solução legal. A importância de um Consórcio intermunicipal é definida pelas comunidades que representa, ou seja, mesmo sendo uma instituição pública, a escala de demandas e sua abrangência de ação e respaldo popular são os indicativos de sua capacidade, representatividade e importância na gestão regional.

Na quinta-feira, dia 12, foi dado um passo definitivo para o entendimento do que é e do que pode um Consórcio, nesse caso ainda mais especificamente, o que pode e o que deve fazer um Consórcio de Ecodesenvolvimento Regional. A apresentação da Fundação Matutu e o trabalho claro, atento e objetivo da Oficina Municipal , serviram para desvendar fronteiras e agregar novas responsabilidades a todos, não só aos Conselheiros, aos Prefeitos, e apoiadores na sua implantação, mas a todos os cidadãos que, a cada dia, estarão mais envolvidos com as necessidades e decisões sobre a região onde mora, trabalha, se diverte, come e respira.

É para essa responsabilidade que queremos chamar a atenção. Assim como quando provamos algo novo jamais o esquecemos, também quando tocamos esta responsabilidade, jamais voltamos a seguir sem ela. Este é o caminho sem volta, o caminho do crescimento que nos leva a decisões sempre mais complexas, mais abrangentes. A Fundação Matutu agradece a todos os envolvidos nesse processo, com a certeza de termos chegado a um marco na estrada do desenvolvimento, do entendimento e da implantação da gestão compartilhada na região da Serra do Papagaio. Muito ainda faremos e estamos dispostos a fazer.

O Brasil, um país continental e jovem,  tem passado por grandes mudanças. Muitos foram os marcos colocados que não nos permitirão repetir erros e desatenções, o fim da ditadura e o início do aprendizado da democracia, com todas as dificuldades que esta impõe, foi um deles, atualmente uma mudança radical na gestão do nosso país, uma gestão mais comprometida com o sucesso conjunto da nação tem refletido diretamente em nosso dia-a-dia. Assim também tem acontecido em nosso Estado e não ficamos alheios. Estamos prontos para compartilhar a gestão da nossa região, a implantação deste Consórcio é uma prova disso e não é a única. O redesenho do Parque Estadual da Serra do Papagaio-PESP, que veio para dissolver conflitos de vizinhança que começaram a existir antes mesmo do Decreto do Parque ser assinado, em agosto de 1998 e o arquivamento do Processo de PCH da Usina em Aiuruoca  também provam que estamos em um novo tempo e que nossa região, já privilegiada com a riqueza natural, passa por um momento único para utilizar todo o seu potencial de desenvolvimento sem perder sua organização vital com a natureza, a ecologia e o ambiente.

O trabalho não pára. A Fundação Matutu continua, com o Governo Estadual, o IEF/Semad, ao lado do CER-Serra do Papagaio, agora com mais força de vontade e mais certeza de estar ao lado de gente que aposta no sucesso e no trabalho da mesma forma que ela. A Fundação reconhece que subimos um degrau no processo de implantação do Consórcio e, pensando assim, parabeniza a todos que até agora estiveram presentes e atuantes nesta construção.

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Reuniões para definição orçamentária do CER-Serra do Papagaio

Reuniões para alinhamento e definição orçamentária do Consórcio de Ecodesenvolviemnto Regional da Serra do Papagaio.

Da esquerda para a direita: Ricardo Toledo, técnico da prefeitura de Baependi, Marcos, contador da prefeitura de Alagoa, Juliano Diniz, diretor executivo do CER-Serra do Papagaio, Dorotéa Naddeo, diretora executiva da Fundação Matutu e Wladimir Ribeiro, consultor jurídico do Consórcio.

Wladimir Antonio Ribeiro, consultor jurídico do CER: “O Consórcio público tem uma contabilidade diferenciada. As prefeituras do Consórcio tem que falar a mesma linguagem contábil.”

Nos dias 24 e 31 de maio, ocorreram as reuniões para definição de orçamento 2012 do CER-Serra do Papagaio. A primeira contou com a presença do consultor jurídico do CER, Wladimir Antonio Ribeiro que capacitou o contador Marcos Mendes, da prefeitura de Alagoa para repassar aos contadores das outras prefeituras consorciadas os detalhes para formatação e definição do orçamento que deve seguir normas legais e ser feito de acordo e em consonância entre os técnicos envolvidos.

Ainda estiveram presentes nesta reunião, Maria Dorotéa, diretora executiva da Fundação Matutu, Ricardo Toledo e Juliano Diniz, diretor executivo do CER, que acompanharam e também se inteiraram dos processos. Marcos Mendes se sentiu seguro com as indicações e diretrizes apontadas por Ribeiro, que, por sua vez ficou satisfeito com os resultados e respostas obtidas.

A segunda reunião, teve um caráter de repasse.

Os contadores das prefeituras puderam tirar suas dúvidas e entender detalhadamente como será feita a contabilidade geral do Consórcio dentro de cada uma das prefeituras. Foi ressaltada a importância da contabilidade ser homogênea, cirteriosa e transparente.

Marcos Mendes, da prefeitura de Alagoa, esteve à frente das discussões e do repasse, apoiado diretamente pela diretora executiva da Fundação Matutu, Maria Dorotéa Naddeo.

Da esquerda para a direita: Juliano Diniz, procurador da prefeitura de Alagoa e diretor executivo do CER, Francisca, contadora da prefeitura de Baependi, Afonso, contador da prefeitura de Pouso Alto, Andréa, auxiliar de contabilidade da prefeitura de Aiuruoca, Marcos, contador da prefeitura de Alagoa e Dorotéa Naddeo, diretora executiva da Fundação Matutu.

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