Arquivo para categoria Brigada Matutu

Operação Combate

Incêndio atingiu a margem direita da Cachoeira do Fundo do Matutu, nas proximidades da divisa com o Parque Estadual da Serra do Papagaio – PESP.
No dia 13, terça-feira passada, por volta das 13 horas foram detectados os primeiros sinais do fogo. Em rápida ação, 10 brigadistas da Base Matutu e 1 da Base Alagoa chegaram ao local e deram início ao combate. A ação durou cerca de 5 horas e os brigadistas deram por terminado o trabalho por volta das 20 horas naquele dia.
O retorno para averiguação, apagamento de pequenos focos e rescaldo foi feito no dia seguinte, 14/08 por 4 brigadistas do Matutu, da Brigada Montada, após o sobrevoo de avaliação. Neste mesmo dia, o incêndio foi dado como totalmente finalizado por volta das 11horas e o rescaldo foi finalizado, aproximadamente, às 17 horas
O combate contou com o apoio da Gerência do PESP, do PREVINCENDIO e da Polícia Militar, que enviaram o helicóptero.
A área queimada foi estimada em 5,6 hectares, queimando áreas de capoeira (samambaia) e candeial.
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Novo incêndio atinge setor norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Por volta de 12 horas começou um novo incêndio no setor norte do Parque Estadual da Serra do Papagaio – PESP. O fogo teve início na trilha que atravessa o fundo Vale do Matutu para o Cangalha e, fora de controle, de acordo com informações de nossos brigadistas, estima-se que tenha destruído aproximadadmente 85 ha. de campos, candeais e algumas áreas de floresta densa. O prejuízo é incalculável, o incêndio se transformou em “incêndio de copas” e as chamas chegaram a mais de 12 mts de altura.

A brigada montada da Fundação Matutu, mais moradores do Vale do Matutu e do Cangalha, num total de 22 pessoas, fizeram trabalho de combate durante toda a tarde e parte da noite até 21 horas, aproximadamente. A linha de fogo é muito grande, aproximadamente 3,5 km. A localização do incêndio é de díficil acesso e tem uma grande quantidade de material combustível seco, não permitindo a continuidade do combate durante a noite. Os combatentes retornarão ao local amanhã no raiar do dia.

Glossário: Incêndio de copa: Tipo de incêndio que se caracteriza pela propagação do fogo através das copas das árvores. Considera-se incêndio de copa aquele que ocorre em combustíveis acima de 1,80 m de altura.

Algumas fotos de acompanhamento do incêndio dão a ideia da dimensão do estrago.

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

Incêndio Setor Norte do PESP

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Sistema VDI monitora Chapadão

6:30

O Incêndio neste local atingiu grande extensão queimando os campos durante à tarde e a noite de ontem. Na madrugada, se alojou nas matas e grotas, necessitando de rescaldo para que não se reacenda no calor do dia.  O vigilante fotografou a partir do posto de vigiância do alto do Matutu/Macieira e continuará monitorando durante o dia.

Fogo no Chapadão

Fogo no Chapadão - aproximação - Foto: Aton Wilches

Fogo no Chapadão

Fogo no Chapadão - Foto: Aton Wilches

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Incêndios na Serra do Papagaio, desafio para a natureza e as brigadas

Panorâmica da Serra do Papagaio

Panorâmica da Serra do Papagaio, onde é possível ver o incêndio na Cabeça do Leão e a fumaça que cobre o vale, vindo do Pinheiral. - Foto: Átila Naddeo

Helicóptero do IEF/SEMAD pousado em frente à sede da Fundação Matutu

Helicóptero do IEF/SEMAD pousado em frente à sede da Fundação Matutu no início dos trabalhos de combate aos incêndios.

Primeiro voo de reconhecimento e avaliação do helicóptero do IEF/SEMAD

Primeiro voo de reconhecimento e avaliação do helicóptero do IEF/SEMAD. Guilherme França, da Fundação Matutu, acompanhou a gerente do PESP, Clarice Lantelme - Foto: Átila Naddeo

Incêndio na Cabeça do Leão - Serra do Papagaio

O combate e controle ao incêndio na Cabeça do Leão teve obstáculos, consequência da dificuldade de acesso às grotas e paredões. - Foto: Átila Naddeo

Chegada da Brigada montada para o combate no Pinheiral

Rescaldando o campo e evitando que o incêndio entre na mata. Pinheiral. - Foto: Guilherme França

O uso da Bolsa d´água - Bambi - no combate

Entre os voos de transporte dos brigadistas, o helicóptero fez algumas viagens para lançar água no incêndio na Cabeça do Leão. A bolsa, chamada bambi bucket, levava 350 litros de água. - Foto: Átila Naddeo

Brigadistas voltando do combate

Brigadistas voltando do combate. O trabalho só terminava à noite, quando as equipes de brigadistas eram transportados pelo helicóptero para suas bases. - Foto: Átila Naddeo

Brigada Matutu. após o controle do incêndio no Pinheiral

Davi Mattos, Samuel Midan, André Melo, Aton Wilches, André, Odair Sene, Edie Zuna, Gilson Nagel, Edmar, Rodrigo, Cassimiro Soares, Delei, João, Edén e Marceu. - Foto: Guilherme França

Incêndio no Pinheiral

Incêndio no Pinheiral queimou uma área estimada de 200ha, atingindo campos e, também, a floresta com fogo subterrâneo, devido à espessa camada de matéria orgânica seca. - Foto: Guilherme França

Combate no momento em que o fogo atingia a mata

Flagrante do combate no momento em que o fogo atingia a mata. - Foto: Guilherme França

Muitas pessoas se empenharam em minimizar os desastres. As brigadas e moradores do Garcia e Matutu/Pedra (Aiuruoca), Piracicaba (Baependi), Alagoa, Itamonte, as prefeituras consorciadas no CER, a Fundação Matutu, a Gerência e funcinários do PESP, o Corpo de Bombeiros de São Lourenço, e a partir de sábado, 02 de setembro, uma equipe da Polícia Militar/CORPAER com 8 homens e um helicóptero do IEF/SEMAD, foram mobilizados e continuaram trabalhando em permanente contato e prontidão. O domingo e a segunda-feira (dias 4 e 5/09) foram, também, de intenso trabalho, desde o amanhecer até à noite. A sede da Fundação se transformou em ponto de apoio e logística, em conjunto com a sede do PESP, na Fazenda Santa Rita. A Brigada Matutu atuou em dois pontos da Serra, na Cabeça do Leão e no Pinheiral e, como as outras brigadas envolvidas, continuou fazendo aceiros, batendo abafadores, galhos e deixando, em prol das comunidades, os seus afazeres pessoais, para, voluntariamente, salvar a Serra.

Minas Gerais, de acordo com INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, teve 5019 focos detectados neste ano, sendo 709 destes, ocorridos no período de 01 a 07 de setembro. Na Serra do Papagaio ocorreram 11 incêndios neste mês.

Os incêndios e o trabalho de combate continuaram intensos até o dia 9, sexta-feira, quando o último foco, no Pinheiral, foi vencido à noite. No sábado, o helicóptero fez um giro pela região, o resultado do trabalho foi avaliado e o estado de alerta reduzido.  A Fundação Matutu continua monitorando a porção norte do PESP e seu entorno com o sistema VDI e sua brigada montada.

Queima descontrolada espalha incêndios pela Serra do Papagaio

Os focos de incêndio, quase todos causados pela queima descontrolada de campos para pastoreio, se espalharam pela Serra em vários municípios. Na semana passada o fogo atingiu matas e importantes áreas em regeneração, não ficando apenas na superfície. Na região do Parque Estadual da Serra do Papagaio e seu entorno o fogo atingiu intensamente o Pico do Garrafão, Pinheiral, Cangalha, Vale da Pedra e Cabeça do Leão. As brigadas e moradores combateram os focos de incêndio. No entanto, a secura das matas e campos e o difícil acesso a alguns dos locais de incêndio, como grotas e paredões, exigiram maior esforço no combate, tornando muito mais difícil o rescaldo. Mesmo depois de combatido, o fogo pode reacender a partir de incêndios subterrâneos, alimentados por matéria orgânica seca, bem compactada, de combustão lenta e contínua.

No atual contexto, cabe refletir que os proprietários são donos de suas terras, porém a água, o ar, os animais silvestres e o subsolo, pertecem à coletividade. São bens públicos e são direito de todos. Portanto, cada um deve assumir seu papel de cidadão responsável, preservando o ambiente  e construindo a governança necessária para promover o desenvolvimento sustentável.

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Incêndio na Cabeça do Leão

Nove incêndios atingiram a região do PESP – Parque Estadual da Serra do Papagaio, na Serra da Mantiqueira, na última terça-feira. Ainda de acordo com o Corpo de  Bombeiros de São Lourenço, que esteve atuando
juntamente com a Brigada do IEF, dois focos estavam fora do Parque e grande parte das chamas se concentrava na região do Garrafão, área que recorta Aiuruoca, Alagoa e Baependi. Segundo Clarice Lantelme, gerente do PESP, o trabalho foi intenso e contou com o apoio do Corpo de Bombeiros de São Lourenço, de 16 brigadistas de Piracicaba/Baependi, 14 do ICMBiom e da CORPAER- Corporação Aérea da Polícia Militar. O apoio logístico das Prefeituras de Itamonte e Baependi, ligadas ao CER, também foram imprescindíveis.

Na madrugada da terça-feira, dia 30, por volta de 1h30, foi identificado, no Vale do Matutu, na cidade de Aiuruoca, um novo foco na encosta à frente da pedra chamada Cabeça do Leão, um dos cartões postais da nossa região. O combate começou ao amanhecer e a Brigada Matutu foi para o local  com 20 voluntários, entre brigadistas efetivos e funcionários da reserva. O fogo foi intenso atingindo região de campo e área de floresta. O forte declive e áreas de restrito acesso  dificultaram o combate que durou até o dia seguinte, no final da tarde.

A ação devastadora do fogo chegou até o Vale da Pedra, onde mais 19 moradores se uniram para combater o incêndio. Estma-se que uma área de aproximadamente 400ha. foi queimada.  O incêndio afetou campos rupestres, candeais, matas de encostas e propriedades particulares. Além da vegetação atingida,  os animais que não morreram queimados, migraram para locais imprevistos, o que causa desequilíbrio no biótopo.

No dia 31, quando a Brigada Matutu estava terminando seu trabalho e conseguindo vencer o fogo, uma chuva rápida e abençoada fez o rescaldo.

Fotos

O início do incêndio. Detectado na madrugada do dia 30, terça-feira.

FOTO: ÁTILA NADDEO Baixar em alta resolução


Durante a madrugada continuamos monitorando o fogo

FOTO: ÁTILA NADDEO Baixar em alta resolução


Por volta das quatro da manhã o fogo ardia cada vez mais próximo da Cabeça do Leão

FOTO: ÁTILA NADDEO Baixar em alta resolução


No dia 30 a Brigada começou o trabalho bem cedo e por volta do meio dia ainda víamos esta coluna de fumaça

FOTO: ÁTILA NADDEO Baixar em alta resolução


1:30 do dia 31, o fogo não dá trégua e a Brigada continua seu trabalho.

FOTO: ÁTILA NADDEO Baixar em alta resolução


Aspecto geral da manhã do dia 31, muita fumaça se espalhava pelo vale

FOTO: ÁTILA NADDEO Baixar em alta resolução


Aspecto geral da tarde do dia 31, o incêndio dominado e a previsão de chuva.

FOTO: ÁTILA NADDEO Baixar em alta resolução


É possível ver o acero e o fogo contra fogo para evitar que o incêndio chegue até a outra bacia

FOTO: GUILHERME FRANÇA Baixar em alta resolução


Parte da Brigada Matutu indo de encontro ao fogo

FOTO: GUILHERME FRANÇA Baixar em alta resolução


a Fauna e a flora sofrem prejuízos indescritíveis

FOTO: ATON WILCHES Baixar em alta resolução


O fogo na encosta atingindo área de floresta

FOTO: ATON WILCHES Baixar em alta resolução


Muitas vezes é impossível se aproximar do fogo. O calor é muito intenso e o perigo extremo.

FOTO: ATON WILCHES Baixar em alta resolução


No link abaixo você pode baixar a imagem da área atingida

Baixar em alta resolução imagem TIFF 3d-Google


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Brigada Matutu detecta e controla incêndio no Parque Estadual da Serra do Papagaio

O incêndio foi detectado por volta das 12:00 no dia 14 de agosto e finalizado na madrugada do dia 15, atingindo a margem esquerda do córrego da Sabina, na Serra do Charco, próximo ao Garrafão. Aproximadamente, 200 ha. (de campos e poucas áreas de mata) foram queimados. O trabalho continuou com a vigilância e conferência visual do alto da Serra.

Os brigadistas da Fundação Matutu ( Aton Wilches, Eden, Gilson Nagel, Guilherme França e Marcel) foram para o local e identifcaram a extensão do incêndio, com uma linha de fogo com mais de 4 quilometros. A brigada utilizou a estratégia de combate localizado, protegendo as matas e monitorando para que  o incêndio não causasse maiores danos, além da queima do campo.
Remonta a séculos, nessa região, o uso de queimadas como recurso para brotação de campo para pastoreio, sendo esta a maior causa dos incêndios na Serra do Papagaio.  A Fundação Matutu, sabe que  é preciso avaliar as circusntâncias e criteriosamente atuar no nível sócio-política apresentada para prevenir e combater eficientemente os incêndios com o apoio direto e constante da comunidade.
De acordo com a atual proposta do governo serão revistos os limites do PESP e  priorizados os pagamento das indenizações fundiárias.  Ações de impacto positivo para  a mudança da “cultura do fogo”, quando unidas às propostas de capacitação e educação para a cidadania no CER-Serra do Papagaio.

Para visualizar a área atingida pelo incêndio no Google Earth, faça o download do arquivo de configuração, clicando neste link:. incendio_14-08-2011.kml

O fogo atingiu mais de 200 ha

Fogo na região do Garrafão. Clique sobre as imagens para ampliá-las.

Na manhã seguinte, a prospecção e verificação, garantem que o fogo havia sido controlado. A área demarcada em amarelo corresponde à região afetada.

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