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Cooperativismo é tema de seminário sobre produção de candeia

Palestra em Baependi

Maria Dorotéa: O importante é ter clareza do que se deseja para criar e implantar uma cooperativa.

No dia 15, quinta-feira passada, a dietora executiva da Fundação Matutu, participou como palestrante do I Seminário Bosques de Produção de Candeias. O tema, encomendado pela Ong Amanhágua, promotora do evento, foi “O Cooperativismo”.

O painel contou ainda com o acompanhamento e palestras de uma equipe da UFLA –   Universidade Federal de Lavras que  apresentou os principais avanços nos estudos de produção da candeia, estudos ainda recentes, mas que já demonstram resultados. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer também parte de uma pesquisa sobre a produção do óleo de candeia. Estiveram presentes no evento produtores de candeia de várias cidades da região e representantes de uma empresa extratora de óleo da Candeia, um dos produtos mais valiosos extraídos desta planta.

Em sua palestra, Maria Dorotéa, destacou a experiência do cooperativismo, contou brevemente sua história desde o surgimento na inglaterra, e fez um paralelo com a formação cultural e econômica dos países europeus que, há muito adotaram a cultura cooperativista. Hoje, a alemanha detém a melhor tecnologia para extração deste óleo e a maior concentração de candeia nativa se encontra em nossa região mineira.

Outro destaque foi a importância de se conhecer a cadeia produtiva do mercado da candeia para iniciar o processo de criação de uma cooperativa.  Plantar, cuidar, beneficiar, extraír o óleo e distribuir são apenas algumas das etapas que podem ser controladas pela cooperativa, gerando lucro para todos os participantes e evitando sistemas exploratórios.

Um dos aspectos fundamentais da cooperativa é que seu interesse está voltado para a economia e para o indivíduo, para a educação e para a melhoria da qualidade de vida de todos, incluindo a comunidade na qual se insere.

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Incêndios na Serra do Papagaio, desafio para a natureza e as brigadas

Panorâmica da Serra do Papagaio

Panorâmica da Serra do Papagaio, onde é possível ver o incêndio na Cabeça do Leão e a fumaça que cobre o vale, vindo do Pinheiral. - Foto: Átila Naddeo

Helicóptero do IEF/SEMAD pousado em frente à sede da Fundação Matutu

Helicóptero do IEF/SEMAD pousado em frente à sede da Fundação Matutu no início dos trabalhos de combate aos incêndios.

Primeiro voo de reconhecimento e avaliação do helicóptero do IEF/SEMAD

Primeiro voo de reconhecimento e avaliação do helicóptero do IEF/SEMAD. Guilherme França, da Fundação Matutu, acompanhou a gerente do PESP, Clarice Lantelme - Foto: Átila Naddeo

Incêndio na Cabeça do Leão - Serra do Papagaio

O combate e controle ao incêndio na Cabeça do Leão teve obstáculos, consequência da dificuldade de acesso às grotas e paredões. - Foto: Átila Naddeo

Chegada da Brigada montada para o combate no Pinheiral

Rescaldando o campo e evitando que o incêndio entre na mata. Pinheiral. - Foto: Guilherme França

O uso da Bolsa d´água - Bambi - no combate

Entre os voos de transporte dos brigadistas, o helicóptero fez algumas viagens para lançar água no incêndio na Cabeça do Leão. A bolsa, chamada bambi bucket, levava 350 litros de água. - Foto: Átila Naddeo

Brigadistas voltando do combate

Brigadistas voltando do combate. O trabalho só terminava à noite, quando as equipes de brigadistas eram transportados pelo helicóptero para suas bases. - Foto: Átila Naddeo

Brigada Matutu. após o controle do incêndio no Pinheiral

Davi Mattos, Samuel Midan, André Melo, Aton Wilches, André, Odair Sene, Edie Zuna, Gilson Nagel, Edmar, Rodrigo, Cassimiro Soares, Delei, João, Edén e Marceu. - Foto: Guilherme França

Incêndio no Pinheiral

Incêndio no Pinheiral queimou uma área estimada de 200ha, atingindo campos e, também, a floresta com fogo subterrâneo, devido à espessa camada de matéria orgânica seca. - Foto: Guilherme França

Combate no momento em que o fogo atingia a mata

Flagrante do combate no momento em que o fogo atingia a mata. - Foto: Guilherme França

Muitas pessoas se empenharam em minimizar os desastres. As brigadas e moradores do Garcia e Matutu/Pedra (Aiuruoca), Piracicaba (Baependi), Alagoa, Itamonte, as prefeituras consorciadas no CER, a Fundação Matutu, a Gerência e funcinários do PESP, o Corpo de Bombeiros de São Lourenço, e a partir de sábado, 02 de setembro, uma equipe da Polícia Militar/CORPAER com 8 homens e um helicóptero do IEF/SEMAD, foram mobilizados e continuaram trabalhando em permanente contato e prontidão. O domingo e a segunda-feira (dias 4 e 5/09) foram, também, de intenso trabalho, desde o amanhecer até à noite. A sede da Fundação se transformou em ponto de apoio e logística, em conjunto com a sede do PESP, na Fazenda Santa Rita. A Brigada Matutu atuou em dois pontos da Serra, na Cabeça do Leão e no Pinheiral e, como as outras brigadas envolvidas, continuou fazendo aceiros, batendo abafadores, galhos e deixando, em prol das comunidades, os seus afazeres pessoais, para, voluntariamente, salvar a Serra.

Minas Gerais, de acordo com INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, teve 5019 focos detectados neste ano, sendo 709 destes, ocorridos no período de 01 a 07 de setembro. Na Serra do Papagaio ocorreram 11 incêndios neste mês.

Os incêndios e o trabalho de combate continuaram intensos até o dia 9, sexta-feira, quando o último foco, no Pinheiral, foi vencido à noite. No sábado, o helicóptero fez um giro pela região, o resultado do trabalho foi avaliado e o estado de alerta reduzido.  A Fundação Matutu continua monitorando a porção norte do PESP e seu entorno com o sistema VDI e sua brigada montada.

Queima descontrolada espalha incêndios pela Serra do Papagaio

Os focos de incêndio, quase todos causados pela queima descontrolada de campos para pastoreio, se espalharam pela Serra em vários municípios. Na semana passada o fogo atingiu matas e importantes áreas em regeneração, não ficando apenas na superfície. Na região do Parque Estadual da Serra do Papagaio e seu entorno o fogo atingiu intensamente o Pico do Garrafão, Pinheiral, Cangalha, Vale da Pedra e Cabeça do Leão. As brigadas e moradores combateram os focos de incêndio. No entanto, a secura das matas e campos e o difícil acesso a alguns dos locais de incêndio, como grotas e paredões, exigiram maior esforço no combate, tornando muito mais difícil o rescaldo. Mesmo depois de combatido, o fogo pode reacender a partir de incêndios subterrâneos, alimentados por matéria orgânica seca, bem compactada, de combustão lenta e contínua.

No atual contexto, cabe refletir que os proprietários são donos de suas terras, porém a água, o ar, os animais silvestres e o subsolo, pertecem à coletividade. São bens públicos e são direito de todos. Portanto, cada um deve assumir seu papel de cidadão responsável, preservando o ambiente  e construindo a governança necessária para promover o desenvolvimento sustentável.

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O combate aos incêndios na Serra do Papagaio continua

A Brigada Matutu combate, desde ontem, dois incêndios, um na Cabeça do Leão e o outro na cachoeira do fundo, áreas da região de Aiuruoca, na Serra do Papagaio. São incêndios que atigem áreas de mata e e o PESP, Parque Estadual da Serra do Papagaio. Hoje, no final da tarde uma aeronave do IEF, sobrevoou toda a área, levando a Gerente do Parque, Clarice Lantelme e Guilherme França, da Fundação e da Brigada Matutu, para uma avaliação dos focos de incêndio na área.
Os focos atingem toda a região e amanhã o combate continuará. A aeronave fará o transporte de brigadistas de Baependi e Aiuruoca, e utilizará um bolsão de água para combater diretamente o fogo. O fogo na Cabeça do Leão foi controlado e exige que se faça o rescaldo amanhã.
A Brigada Matutu, depois de um estafante dia de trabalho,  esta se preparando para continuar o combate na Cachoeira do Fundo e fazer o rescaldo na Cabeça do Leão.
Muitas pessoas da comunidade se unem aos brigadistas ajudando com alimentação, água e apoio logístico para o combate aos incêndios.

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