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Semana de agenda cheia para Fundaçao Matutu e CER-Serra do Papagaio
Publicado em CER-Serra do Papagaio, Projetos em maio 21, 2012

Da esquerda para direita: Catarina Romaneli, da prefeitura de Itamonte, Maurício Gouvea, do Codema de Baependi, Ricardo Toledo, técnico pela prefeitura de Baependi e Marco Aurélio Serafim Santos, da Emater
A segunda reunião do Núcleo de Apoio ao CER-Serra do Papagaio, ocorreu na quarta-feira, dia 16. Ticiana Lopes, da Micro-região São Lourenço do Sebrae, juntamente com Daniela Timponi, da gerência de políticas públicas reiteraram o apoio do SEBRAE a esta iniciativa. A reunião durou cerca de oito horas (manhã e tarde). Entre outras deliberações, os técnicos que compõe o NACER ficaram incumbidos de fazerem os levantamentos necessários e iniciarem a convocação das lideranças das comunidades para as reuniões de formação do Conselho Participativo do CER. Este Consórcio, além de ser o primeiro do Brasil voltado ao Ecodesenvolvimento é também o primeiro consórcio público a contemplar um Conselho Participativo em sua composição. A importância deste Conselho é imprimir ações de gestão participativa na medida em que o Conselho, uma representação legítima da população, poderá indicar as necessidades e demandas a serem atendidas.
Para ver o que mais rolou nessa reunião, clique neste link e veja o álbum de fotos.
Encontro do CER-Serra do Papagaio com HS consultoria

Momento descontraído, finalizando a reunião entre o CER-Serra do Papagaio e representantes da HS Consultoria que durou todo o dia 17
Dando continuidade às ações para ampliar a atuação do CER, os prefeitos que compõe o Consórcio se reuniram na quarta e na quinta-feira com consultores da HS – consultoria para definirem o escopo de inclusão em ações do Governo Federal. Foram duas reuniões de avaliação e apresentação de possibilidades, já que a região, composta pelos cinco municípios apresenta peculiaridades que se destacam, no turismo e na localização, além disso, o fato de estarem unidos em um Consórcio pode facilitar ações que seriam, muitas vezes inviáveis para os municípios conduzirem de forma individual. Mas, como disse Hérica Santos, diretora da HS, as ações são muitas, será possível envolver os municípios com um mutirão de projetos, mas temos que correr contra o tempo.
Reunião com AMANHÁGUA, define trabalho conjunto para divulgação do CER
Na sexta-feira a diretora executiva da Fundação Matutu, Maria Dorotéa Naddeo, se reuniu com Mônica Buono, presidente da OSCIP Amanhágua. A convite da Mônica, Dorotéa ficou conhecendo a sede da OSCIP e a conversa se prolongou no bom jeito mineiro, entre um café e outro, dentro da aconchegante cozinha na sede da Amanhágua. Mônica Buono falou das necessidades da região e sobre o projeto “Mensageiros Ambientais“, que consiste no treinamento de 15 pessosas das comunidades rurais do entorno do PESP para visitarem residências de proprietários rurais levando informações e cartilha sobre o meio ambiente. A diretora executiva da Fundação Matutu ressaltou a importância de termos na região entidades que se dediquem em diferentes áreas ao desenvolvimento sustentável, assim, unidas poderão realizar um bem maior voltado para as comunidades, neste sentido, a Fundação Matutu encaminhará proposta de inclusão de atividade no treinamento dos “Mensageiros”. A ideia é que eles sejam também divulgadores do Consórcio de Ecodesenvolvimento Regional da Serra do Papagaio.
Simulação testa condições de combate a incêndios florestais em Minas
Publicado em meio ambiente em maio 21, 2012
O Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) realizou nesta sexta-feira (18/05), um Simulado Operacional de Combate a Incêndios Florestais no Parque Estadual da Serra do Papagaio, na região Sul do Estado. A atividade faz parte de uma série de treinamentos que estão sendo realizados nas unidades de conservação estaduais para aperfeiçoar o trabalho de combate ao fogo.
A atividade teve início às 18 horas do dia 17 de maio quando uma moradora do entorno do Parque informou, por telefone, ter avistado chamas no Pico do Santo Agostinho, a uma altitude de 2,2 mil metros acima do nível do mar. Imediatamente foi acionada a Força-Tarefa do Programa de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais de Minas Gerais (Previncêndio) do Governo de Minas que enviou reforços e uma aeronave que chegaram ao Parque às 5h40 do dia 17.
O simulado envolveu cerca de 50 pessoas e todos os equipamentos empregados no combate ao fogo, incluindo um helicóptero. Participaram da atividade integrantes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar e da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), do Instituto Estadual de Florestas (IEF), que administra o Parque Estadual da Serra do Papagaio, além de 14 brigadistas voluntários da região.
Simulado

Helicóptero do Sisema leva equipamento para combate a incêndio florestal simulado em área de difícil acesso na Serra do Papagaio. Foto: Janice Drummond
O trabalho reproduziu todas as condições de um combate ao fogo, desde a identificação dos sinais de fumaça, emissão dos primeiros alertas até a confirmação do incêndio florestal de grande porte e que exigiu a participação da Força-Tarefa Previncêndio. Os simulados são uma iniciativa inédita em Minas e uma das inovações previstas no Plano de Ação 2012 para Prevenção e Combate a Incêndios Florestais.
“O objetivo maior é dar respostas ainda mais rápidas no combate ao fogo em seu início”, afirma Ana Carolina Miranda Lopes de Almeida, superintendente de Controle e Emergência Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). “Até o final de junho serão realizados sete simulados para testar as medidas preventivas de cada unidade de conservação”, completa.
O Plano de Ação 2012 é composto por seis programas operacionais: prevenção e controle, capacitação, combate, infraestrutura e logística, comunicação, fiscalização e investigação. O programa prevê ações para reduzir as causas e os riscos de propagação do fogo, a capacitação de todos que participam dos trabalhos de controle dos incêndios e a elaboração de planos e estratégias de combate em função do tamanho do incêndio e dos meios disponíveis.
Um dos principais objetivos do simulado é a implementação do Sistema de Comando de Operações, ferramenta utilizada pela Cedec em situações críticas. “É fundamental criar condições, durante a operação, para que cada um execute da melhor forma possível sua missão”, afirma o assessor da subsecretaria de Fiscalização e Controle Ambiental, o capitão do Corpo de Bombeiros, Anderson Passos.
“O sucesso no enfrentamento de situações como o incêndio florestal, que reúne diversas pessoas de diferentes instituições, depende da organização eficiente dos esforços, da definição e divisão de funções durante o combate ao fogo”, explica Passos. “No caso da Serra do Papagaio, onde o terreno montanhoso e o clima frio da Serra do Papagaio impõem condições difíceis ao trabalho e que exige o uso de aeronave, cada movimento realizado precisa ser bem pensado”, completa.
O Parque Estadual da Serra do Papagaio possui 22.917 hectares inseridos nos municípios de Aiuruoca, Alagoa, Baependi, Itamonte e Pouso Alto. A unidade de conservação está localizada na região da Serra da Mantiqueira e abriga um importante remanescente do bioma Mata Atlântica, além de formações mistas de campos e áreas com matas de araucária.
Na área da, concentram-se as nascentes dos principais rios formadores da bacia do rio Grande, responsável pelo abastecimento de grandes centros urbanos do sul de Minas. Engloba ainda conjuntos montanhosos das Serras do Garrafão e do Papagaio, apresentando cerca de 50% da área com declividade acentuada e altitudes acima de 1.800 m. As encostas mais elevadas localizam-se no sul (Morro da Mitra do Bispo com 2149m) e ao sudoeste (Pico do Bandeira com 2357 metros).
Em 2011, quatro incêndios atingiram a área interna do Parque e queimaram cerca de 3,4 mil. Outros sete foram registrados no entorno do Parque, atingindo 3,5 mil hectares. Em 2012, não foram registrados incêndios na unidade de conservação.
Fonte:
Assessoria de Comunicação Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) (31) 3915.1844Fogo Zero em 2012
Publicado em meio ambiente em maio 20, 2012
A gerência do Parque Estadual da Serra do Papagaio-PESP uniu, os proprietários, a polícia militar do meio ambiente e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais em uma reunião com o objetivo de esclarecer e convocar a todos para um trabalho em direção à redução total de incêndios florestais na região do Parque. Este trabalho faz parte da ação do IEF, seguindo os objetivos e metas definidos pelo Previncêndio para o ano de 2012.
Lantelme foi enfática em apresentar dados sobre os incêndios do ano anterior e garantir que está trabalhando, junto com os proprietários de terra, para não repetir o mesmo desastre quando chegar a seca. Este, em Baependi, é o primeiro de 4 encontros que ocorrerão em municípios vizinhos ao PESP, os proprietários presentes puderam obter esclarecimentos sobre formas de proteção contra incêndio, discutir e entender as diversas causas, incluindo o fogo descontrolado. Por sua parte, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, representado pelo Dr. Bergson Cardoso Guimarães, promotor de justiça da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiças do Meio Ambiente da Bacia do Rio Grande, reiterou que estamos em um novo tempo e que, neste momento, o Ministério Público está muito mais interessado em aconselhar e evitar demandas que punir; claro que as leis existem para serem cumpridas, mas levar a compreensão às pessoas sobre suas responsabilidades pode evitar grandes demandas e gerar muitos benefícios, principalmente quando se fala de meio ambiente.
Durante a primeira Reunião do Plano de Prevenção de Incêndio do PESP-2012, o Sargento Martins, da divisão da polícia ambiental de Aiuruoca, salientou a necessidade do repasse da informação, com clareza e segurança, para que todos os envolvidos, seja o PESP, seja a polícia, sejam os brigadistas e/ou vizinhos, tenham condição de agir com rapidez no caso de um incêndio. Demonstrou conhecer bem a vida do campo e as dificuldades daqueles que moram nas comunidades rurais do entorno do Parque. Nasceu na região e foi “menino de roça”, hoje trabalhando do lado da lei e em defesa do meio ambiente, não esquece que apoiar, ensinar e participar são ações importantes para evitar atitudes punitivas.
- Sgt. Martins, da Polícia Ambiental de Aiuruoca.]
- Dr. Bergson Cardoso Guimarães, promotor de justiça da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiças do Meio Ambiente da Bacia do Rio Grande
- Aspecto geral da reunião em Bependi. Ocorrerão outras nos municípios que integram o PESP
- A gerente do Parque Estadual da Serra do Papagaio: “Ano passado tivemos muito fogo. Este ano e Fogo zero.”
Agenda de encontros:
Baependi – dia 13 de maio – 13 horas;
Itamonte – dia 15 de maio – 13 horas;
Alagoa – dia 23 de maio – 13 horas;
Aiuruoca – dia 25 de maio – 13 horas.
Para ver mais fotos deste evento, clique neste link
Novas possibilidades para os municípios do CER-Serra do Papagaio
Publicado em CER-Serra do Papagaio, Projetos em maio 12, 2012

Da equerda para a direita, em pé: Vicente Wagner Pereira, prefeito de Pouso Alto, Jair Agostini, Maria Dorotea Naddeo, diretora executiva d a Fundacao Matutu, Elias Raid, da Vime, Guilherme de Melo Franca, presidente da Fundacao Matutu, Paulo Senador, prefeito de Aiuruoca. Sentados: Marcos Tridon, prefeito de Itamonte e presidente do CER-Serra do Papagaio, Efrain Lemos, prefeito de Baependi e Leonardo Linhares, consultor da HS-consultorias especiais
Os prefeitos dos municípios de Aiuruoca, Baependi, Pouso Alto e Itamonte, estiveram reunidos, juntamente com representantes da Fundação Matutu, durante o 29º Congresso Mineiro de Municípios, no dia 10 de maio. O Presidente do CER-Serra do Papagaio, e prefeito de Itamonte, Marcos Tridon convidou a todos para uma reunião em Belo Horizonte, para apresentar uma proposta de desenvolvimento conjunto dos cinco municípios. A proposta é ousada e será mais um marco na implantação deste Consórcio, que por sí, já é um avanço para a gestão compartilhada e a conquista de melhores condições de vida para todos os municípios e comunidades envolvidas.
Marcos Tridon, trouxe como proposta, a elaboração de projetos para apresentação, através do CER, ao Ministério do Turismo, já que a região é propícia a atender demandas para a copa de 2014 e olimpíadas de 2016. Tridon diz – “Temos altitude, água pura, ar puro e localização geográfica que viabilizam a participação de nossa região no processo de atendimento de turistas e atletas para esses eventos”. “Estamos situados na região com o segundo maior número de leitos turísticos do estado, com cerca de 7000 leitos. O primeiro lugar é de Belo Horizonte”, emendou o prefeito de Pouso Alto, Vicente Wagner Pereira. Todos consideraram a ideia muito bem-vinda e se comprometaram em trabalhar para torná-la uma realidade rapidamente.
O processo dependerá de agilidade e da intervenção de empresas de consultoria que foram apresentadas na mesma reunião. A Fundação Matutu esteve representada por seu presidente, Guilherme de Melo França, e sua diretora executiva, Maria Dorotéa Naddeo. A condução da apresentação ficou a cargo de Leonardo Linhares e Elias Raid das empresas HS Consultoria e Vime, que atenderão pontualmente os municípios, através do CER-Serra do Papagaio. Para ver todas as fotos do encontro, clique neste link.
Reunião com a diretoria executiva do CER, em Itamonte
Publicado em CER-Serra do Papagaio, Projetos em maio 3, 2012

O diretor executivo e o presidente do CER-Serra do Papagaio, Juliano Diniz e Marcos Tridon, respectivamente, atentos à Dorotéa Naddeo, da Fundação Matutu enquanto informava sobre as metas alcancadas dentro do Convênio firmado com a SEMAD e sobre a reunião do NACER
A diretora executiva da Fundação Matutu, Maria Dorotéa de Aguiar, o diretor executivo do CER-Serra do Papagaio, Juliano Diniz e o presidente do CER, Marcos Tridon estiveram reunidos por quase toda a manhã do dia 2, na Prefeitura de Itamonte. Na pauta, assuntos como os próximos passos do Consórcio, as sugestões de encaminhamentos para capacitação e formação do corpo de servidores para o CER, ações legais, trâmites e decisões de cunho estrutural. Ficou definida uma nova data para reunião do CER-Serra do Papagaio, com a presença dos cinco prefeitos consorciados, a saber: Paulo Senador de Aiuruoca, Sebastião Mendes Neto, de Alagoa, Efrain Lemos de Baependi, Vicente Wagner Pereira de Pouso Alto e Marcos Tridon, prefeito de Itamonte e presidente do Consórcio.
Sebrae de São Lourenço recebe a Fundação Matutu
Publicado em CER-Serra do Papagaio, Projetos em maio 3, 2012

Dorotea Naddeo, diretora executiva da Fundação Matutu, e Ticiana Lopes da micro-regiao de São Lourenço do SEBRAE
Ticiana Lopes, técnica do SEBRAE- São Lourenço, responsável por ações da Entidade na região, recebeu em seu escritório, no dia 2 de maio, a diretora executiva da Fundação Matutu, Dorotéa Naddeo para alinhamento de questões, agenda e informações sobre a participação do SEBRAE no Núcleo de Apoio ao CER-Serra do Papagaio-NACER.
O SEBRAE tem sido parceiro da Fundação Matutu, apoiando vários projetos e neste (implantação do CER-Serra do Papagaio), tem acompanhado desde o princípio, fornecendo suporte para várias ações.
Ticiana reiterou que deseja participar e que estará presente na próxima reunião do núcleo em, 16 de maio.
Primeira Reunião do Núcleo de Apoio ao CER-Serra do Papagaio – NACER
Publicado em CER-Serra do Papagaio, Projetos em abril 26, 2012
23 de abril de 2012, data da primeira reunião do NACER, o Núcleo de Apoio ao CER-Serra do Papagaio. A formação deste núcleo faz parte do Convênio Nº 2101010400311, firmado entre a Fundação Matutu e a SEMAD/IEF, para implantação do Consórcio de Ecodesenvolvimento Regional da Serra do Papagaio.
Estiveram reunidos, além de observadores, os representantes indicados pelas prefeituras de Aiuruoca, Alagoa, Baependi e Itamonte e das instituições parceiras, o PESP, a EMATER e o SEBRAE. À Fundação Matutu, coube articular a reunião, mobilizar os representantes, apresentar a pauta e conduzir o trabalho do grupo que durou quase todo o dia. A diretora executiva da Fundação Matutu e gestora do convênio foi a mediadora do grupo, que, ao final do dia, demonstrou estar esperançoso e ciente da importância do CER para a região da Serra do Papagaio. Durante a reunião foram analisados os objetivos do CER e definidos os encaminhamentos para a execução das ações previstas.
O prefeito de Baependi, Efrain Lemos e o presidente da Fundação Matutu, Guilherme de Melo França, também marcaram presença e acompanharam grande parte da reunião. Na abertura, Efrain declarou que confia na equipe que está sendo formada e apresentou a todos o técnico Ricardo Toledo que irá, juntamente com Wagner Fortunato, também da prefeitura, representá-la dentro do NACER. O prefeito deu as boas vindas aos participantes e destacou ainda a qualidade das relações entre os prefeitos e com a Fundação Matutu, que “…desde o princípio têm feito tudo em perfeita harmonia, apoiando todas as ideias, que começam com o apoio do Governador (Anastasia)… é uma alegria para nós sabermos que estamos ampliando a equipe de trabalho com esse núcleo e que vamos continuar em boas mãos”.
O Núcleo, até o momento, está composto pelos técnicos: Javan Senador e Gilberto Alves Furriel da Silva, Aiuruoca; Daniela Fonseca de Magalhães e Juliano Diniz de Oliveira, Alagoa; Ricardo de Souza Toledo Ferreira e Wagner José Fortunato Pereira, Baependi; Catarina Romanelli Chaves e Leandro Herique Leite, Itamonte; Clarice Lantelme, pelo PESP; Marco Aurélio Serafim Santos e Ronaldo Lopes de Siqueira, pela EMATER; e, como convidadas, Daniela Timponi e Ticiana Tranqueira Malta Lopes, pelo SEBRAE.
Daniela Timponi, técnica do SEBRAE-MG, da Unidade de Políticas Públicas participou da reunião, reiterou seu apoio e concluiu que é um projeto único, sem precedentes no país. “…estou feliz de retomar um projeto do qual eu participei no início”. O SEBRAE é parceiro da Fundação Matutu e desta iniciativa desde o princípio, quando, entre outras ações, possibilitou a vinda do consultor Dr. Wladmir Ribeiro, da Manesco/SP, para dar os embasamentos legais ao CER e também, no evento de constituição, em Pouso Alto. “…as portas estão abertas e acredito que é interesse do SEBRAE voltar a trabalhar com o CER, pelo perfil e caráter da proposta”.
“Uma reunião muito objetiva, clara e produtiva…” com esta frase, o técnico Marco Aurélio, da EMATER, resumiu o encontro. Destacou ainda que “…será importante para executarmos, enquanto EMATER, um trabalho de agente de desenvolvimento, já que nossa ação vai além do simples atendimento técnico”. Encerrou agradecendo ao convite e se compromentendo com o trabalho para a construção conjunta deste ideal.
Guilherme de Melo França, presidente da Fundação Matutu, expressou seu ânimo com o trabalho “…vendo pessoas como vocês aqui reunidos, pessoas que já estão trabalhando há muito tempo nesta área, e que mesmo assim demonstram uma grande paixão pelo trabalho. Ver isso dá uma grande força para continuar.” Acredita que a Fundação Matutu e o CER, reunem algumas coisas de muita importância neste momento”…além de nós mesmos e de pessoas como vocês, dedicadas e capazes para cumprir essa missão, temos o querer comum de construirmos a gestão compartilhada dessa região, observamos, também, condições e circunstâncias muito positivas, ou seja, a forma como a região se desenvolveu ou não se desenvolveu em certas áreas, o que nos permite um trabalho quase pioneiro na preservação e conservação da natureza, a disseminação do uso de tecnologias que – até ontem – não podiamos usar, nisso também temos sido vanguarda, inclusive capacitando pessoas da região para isso. Estamos também caminhando para uma política moderna, não só aqui, mas no mundo … Temos a obrigação de continuar levando esses conceitos e esse trabalho adiante, pois, é certo que, tudo aquilo que conseguirmos transformar, em termos de pensamento, conceito e uso, democratizando a informação, a gestão pública e as leis, assim poderemos construir coisas que não voltaram a ser como antes. “
A Constituição do NACER é uma das etapas do Convênio firmado entre a Fundação Matutu, assim como o apoio, mobilização e moderação das reuniões para o redesenho do PESP, juntamente com a SEMAD/IEF. Sobre este trabalho indicamos a leitura dos boletins anteriores e desta matéria, publicada no jornal O TEMPO, no dia 22 próximo passado. Aqueles que assinam nosso blog já receberam anteriormente e se você deseja ser avisado imediatamente, quando publicamos algo, clique para seguir a gente. Para assinar, entre com seu e-mail e clique em assine, no campo indicado na coluna ao lado.
Terras produtivas deixarão de ser áreas de preservação Só a serra do Papagaio terá 148 propriedades beneficiadas
Publicado em CER-Serra do Papagaio, Projetos em abril 22, 2012
Itamonte. Desde que sua fazenda foi incluída na área do Parque Estadual serra do Papagaio, em Itamonte, Sul de Minas, Fidelis Guimarães Neto, 53, não pôde mais investir como gostaria na ampliação da criação de trutas e carneiros porque quem está dentro de uma Unidade de Conservação (UC) tem uma série de exigências ambientais a cumprir. Investimentos que deixaram de serem feitos e empregos cortados são o preço que Minas Gerais paga pela falta de planejamento na criação das UCs. Agora, o governo começa resolver o problema e dá início a um plano de revisão de limites que vai retirar propriedades produtivas de dentro dos parques e aumentar as áreas de preservação.”No passado, não havia tanta tecnologia disponível, os cortes eram baseados em cartas do IBGE, e muitas fazendas e residências ficaram dentro dos parques. Agora, com tecnologia e diálogo, elas serão retiradas”, anuncia o secretário de Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais, Adriano Magalhães.
O primeiro parque redefinido foi o do Sumidouro, no Vetor Norte de Belo Horizonte. Os limites foram revistos, uma nova proposta foi elaborada em formato de lei e aprovada pela Assembleia Legislativa no fim do ano passado. O próximo será o parque serra do Papagaio, que já está com o projeto pronto e só falta ser encaminhado para a Assembleia. O plano está sob condução do Instituto Estadual de Florestas (IEF).
Dentro do parque, 148 propriedades como fazendas e pousadas serão retiradas. Desse total, 90 estão em Itamonte e a fazenda de Neto está entre elas. “Pela primeira vez o governo veio conversar com a população, com bom senso. Antes, vinha a fiscalização e multava por qualquer coisa. Eu deixei de fazer investimentos para ampliar minha criação de trutas, porque não conseguia licença para fazer os investimentos na captação da água. Deixei de crescer e de gerar muitos empregos, pois, se mexesse, poderia até ser preso. Agora eu vou ser realmente dono do que é meu”, conta.
Guilherme Figueiredo Quadros conta que foi obrigado a fechar uma pousada em Aiuruoca, devido à enxurrada de multas que recebia. “A Pousada do Lado de Lá era internacionalmente conhecida e divulgava a cidade para o mundo. Foram anos de investimento e trabalho, mas, antigamente, não tinha conversa com o IEF(instituto Estadual de Florestas), eles multavam por coisas absurdas. Alegaram que eu estava desmatando. Se os turistas vinham ver a natureza, qual o interesse eu teria em desmatar? Sem falar que vinham e gastavam na cidade. Não pretendo reabrir, perdi o gosto. Mas, se eu quiser vender, eu posso, pois antes ninguém se interessaria em comprar uma terra onde não se pode mexer”.
Mineração
Preservação. Hoje, 40% das unidades de conservação de MG têm interferência em áreas de mineração. Segundo o secretário de Meio Ambiente, Adriano Magalhães, nenhuma será desafetada.
Itamonte. Edson Perrone Magalhães, 41, é truticultor em Itamonte, Sul de Minas. As terras dele estão dentro do parque Serra do Papagaio e ele comemora a revisão dos limites. “Quem tinha fazenda dentro do parque sempre viveu com medo de alguém chegar e mandar sair. Agora, a gente ganha tranquilidade e segurança”, conta. Magalhães já tem planos para quando puder, de fato, alterar sua propriedade. “Vou fazer um circuito de turismo a cavalo”, diz.Jaques Diniz Ferreira, 36, é apicultor e corretor na região. “As pessoas vivem com medo de chegar alguém que vai mandá-los sair. Com a revisão, teremos como fazer uma reforma e vai melhorar muito a venda de terras e casas. Antes, o comprador não ia querer uma propriedade dentro de um parque, agora, o fato de estar ao lado vai é valorizar”, diz. (QA)

Qual é o objetivo dessa revisão dos limites?
Esse trabalho está sendo feito com o objetivo de romper as dificuldades do Estado na regularização fundiária. Como muitas fazendas e residências ficaram dentro das Unidades de Conservação, vamos retirá-las e reduzir os conflitos. Ao mesmo tempo, vamos incluir áreas de relevância do ponto de vista da biodiversidade, que estão fora.
Esses proprietários foram desapropriados e já deveriam ter sido indenizados. Alguns movem ação contra o Estado para ficar na terra ou para receber. O senhor acredita que o processo de revisão vai resolver isso?
Estamos discutindo tudo de forma muito amigável. Se a propriedade for retirada da área de um parque e se o dono tiver alguma ação, ela perderá sentido.
Por que não se pensou nisso quando as unidades foram criadas?
Faltava tecnologia naquela época, os cortes eram, algumas vezes, retos, embora fossem em montanhas. Em alguns casos, como o serra Nova, no Norte de Minas, áreas de extração de pedras foram inteiramente incluídas e as pessoas foram empurradas para a atividade do carvão, que desmata o Cerrado. Hoje, temos imagens de alta definição e investimos em tecnologia e profissionais especializados.
Ação do projeto Bases Comunitárias de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais – contribuindo com a conservação no Parque Estadual da Serra do Papagaio
Entre os dias 10 e 12 de abril foi realizado, no Centro de Pesquisa e Base Central de Incêndios do PESP – conhecido como Fazenda Santa Rita, o Curso TEACIF (Técnica do Emprego de Aeronaves em Combate a Incêndios Florestais).
28 brigadistas, das bases de Alagoa, Piracicaba (Baependi) e Matutu (Aiuruoca) participaram do curso, no qual o foco é a utilização de aeronaves em combates. O brigadista tem a oportunidade de se familiarizar com os equipamentos relacionados ao vôo, com a postura e formas de atuação diante de várias situações que são simuladas durante o curso. Realizado pelo Programa de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais – Previncendio, o curso foi coordenado pela Servidora da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais-SEMAD, Denize Avelar e teve três dias dedicados a aulas teóricas e práticas, ministradas pelo instrutor Major Didier e pelo Sargento Julimar .
Além dos brigadistas, paraticiparam do curso 6 funcionários do Parque Estadual da Serra do Papagaio. A satisfação com o resultado do curso foi geral. O curso foi oferecido para as comunidades do entorno do PESP, pelo IEF e Previncêndio, e esta incluído no projeto “Bases Comunitárias de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais” da Fundação Matutu/TFCA /FUNBIO. Confira nas fotos de participantes , alguns momentos do curso.
- Participantes do Curso, juntamente com instrutores no encerramento.
- Major Didier e o Sgt. Julimar, instrutores e Major Alisson, no momento de abertura e apresentação do conteúdo do Curso.
- O curso prático inclui treinamento para segurança e delimitação das áreas de pouso e estacionamento da(s) aeronave(s)
- Rubian, brigadista da Base do Matutu, no treinamento com a “cadeirinha americana”
- Momento do curso. Desembarque planado, quando o brigadista deve deixar a aeronave enquanto ela plana acima do chão.
- Os brigadistas aprendem como transportar ferramentas na aeronave
- Da esquerda para a direita, Sgt. Olímpio (CORPAER), Salvador, funcionário do PESP, Tadeu e Dirley brigadistas da Base de Piracicaba e Gilmar, também funcionário do PESP
Brigada da Fundação Matutu Participa do curso TEACIF
Aton Wilches, coordenador da Brigada da Fundação Matutu, destacou a importância desse curso que serve como uma graduação para os brigadistas, um reconhecimento pelo trabalho voluntário de muitos anos. Além disso, é um conhecimento necessário que pode garantir a segurança e eficiência do brigadista na hora do combate. Quanto mais conhecermos sobre o uso de ferramentas, de aeronaves e de combate, mais estaremos possibilitando segurança e bons resultados. Os três módulos (1- Helicóptero-familiarização e Segurança de vôo, 2- Segurança nas áreas de estacionamento de aeronaves e emprego tático, 3- Procedimentos padrões) do curso, vêm completar o conhecimento de brigadistas que já atuam na região. Isto é mesmo um passo à frente para todos, completa Aton.
MP publica notícias da Fundação Matutu
Publicado em Publicações em abril 9, 2012
A convite do Senhor Procurador Dr. Bergson Guimarães, visitamos o Blog da Coordenadoria das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente da Bacia do Rio Grande, do Ministério Público do Estado de Minas Gerais que tem acompanhado o trabalho da Fundação Matutu relativo ao redesenho do Parque Estaudal da Serra do Papagaio. A Fundação agradece a publicação, que serve como incentivo para continuar sua missão. Pela importância dessa Coordenadoria e do MPMG, consideramos que essa publicação é indicativo da seriedade e da responsabilidade que exige esse trabalho. Para conhecer o Blog da Coordenadoria das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente da Bacia do Rio Grande, clique neste link ou na imagem acima.

![Reunião do Plano de Prevenção de Incêndio do PESP-2012 Sgt. Martins, da Polícia Ambiental de Aiuruoca.]](http://fundacaomatutu.files.wordpress.com/2012/05/20120514_41cer_previncendio.jpg?w=99&h=150)

















